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Frozen – O Reino do Gelo (Frozen, 2013)

Frozen é o mais recente filme de animação de Natal/Inverno dos estúdios Disney. Nestes 108 minutos é mostrada alguma da melhor animação que se faz actualmente, seja a nível da acção e dos movimentos, seja nos fundos, bastante impressionantes e de um realismo animado de fazer cair o queixo. Isto só por si já vale o dinheiro do bilhete. Felizmente, para o incauto espectador/leitor a história acaba por ser bastante interessante. O guião é simples: uma pequena princesa tem poderes relacionados com o gelo, podendo invocá-lo e manipulá-lo à sua vontade. No seguimento de uma brincadeira inocente, algo corre mal e, a partir daí, a princesa deve esconder, controlar e nunca utilizar os seus poderes. Para juntar à mistura, há príncipes, nómadas do gelo, trolls, bonecos de neve, uma rena – que é a melhor personagem do filme – e uma cenoura. As personagens são ricas e bem desenvolvidas, caracterizadas de uma forma completa que é coerente ao longo de toda a narrativa.

Como não podia deixar de ser num filme da Disney, é incontornável comentar a música. Neste caso, e apesar de a música ser sempre de excelente qualidade (destaque especial logo para a primeira), o Spoon achou que os momentos musicais do filme são demasiados. Nos primeiros 20 minutos talvez tenha havido mais cantoria do que diálogo, e como o Spoon é jovem, mas não é assim tão novo, cria-se uma certa saturação de vozes elevadas aos céus.

Felizmente, houve surpresas positivas e um twist relativamente inesperado que, para além de impressionante, foi muito bem colocado na história.

Veredicto: Frozen é um filme de primeira linha para ver nesta época fria de Inverno no cinema quente. O espectador vai rir-se, emocionar-se, casualmente identificar-se com uma rena ou um boneco de neve, e sair do cinema a sentir-se bem.

Estreia hoje (28 de Novembro) nas salas Portuguesas.

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