49577497

Sugestão para Domingo #55: Old School – Dias de Loucura (Todd Philips, 2003)

Sexismo, vernáculo, humor escatológico, racismo, uma pitada de xenofobia, humor negro. Esta frase resume em muito aquilo que está de errado na sociedade, mas que, felizmente, com a dose de ironia e sarcasmo certo, ainda pode funcionar na comédia. Old School sumula tudo aquilo que está mal na juventude e torna-a em comédia. Se isso faz de nós más pessoas? Nem por isso, simplesmente não vale a pena levarmos-nos demasiado a sério.

Desta forma, Todd Philips (muito antes de realizar a(s) Ressaca(s)), cria uma visão infantil, e quase pueril do que as bebedeiras fazem às pessoas, através deste hardcore old school fun.

A história (e não é que interesse muito) centra-se em Mitch  (Luke Wilson), um jovem advogado de 30 anos que descobre que a sua namorada Heidi (Juliette Lewis) gosta de Gang Bang com desconhecidos de olhos vendados. Após se separarem, Mitch decide ir viver para um casa dentro de um campus universitário e, para poder permanecer lá, transforma-a numa espécie de residência universitária.

(In)Felizmente (?) para Mitch, os amigos Beanie (Vince Vaughn) e Frank (Will Ferrell) – um pai de família, e um recém casado, respetivamente – têm a certain set of skills capaz de tornar aquela casa, numa residência lendária, transformando Mitch em “El Padrino”.

Agora como diz o poema “The roof, the roof, the roof is on fire”.

Depois é toda uma sequência, com qb de lógica, de festa, bebedeira, rock n roll e… uma cena de nudismo do Will Ferrell.

Se ainda assim não é a vossa cena (porque enquanto raparigas não apreciam este género de filmes), a Meredith Grey (Ellen Pompeo), também entra, numas das suas poucas participações em filme fora da série ____ (meninas, se o vosso namorado souber como completar a frase e isso o entusiasmar, questionem muita coisa).

Ok, ainda não chega? Começamos a perder a esperança que vocês sigam o nosso conselho de domingo. Ah ok, existem mamas, luta-livre, e malta sénior, tudo no mesmo plano. Aliás, uma das personagens principais morre, durante a narrativa (numa das cenas mais dramáticas da obra). Pronto, a palavra dramática é manifestamente exagerada para descrever aquilo.

Em resumo, o filme é estúpido, muito estúpido, mas faz rir sem se preocupar com moralismos. Então, já estão convencidos, ou querem novela?

Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com