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xXx: O Regresso de Xander Cage (xXx: Return of Xander Cage, 2017)

Como é que podemos pôr isto? Okay, aqui vai.

É mau.

Filmes de ação com muito pouco argumento mas com a voz sensualona do Vin Diesel? Sim, por favor! Filmes de ação com zero argumento, muita porrada e cenas impossíveis atrás de cenas impossíveis? Bom, aqui já torcemos o nariz.

Sejamos sinceros: mesmo sabendo ao que vamos, uma pessoa sai desiludida. É um filme que facilmente se desacredita a si mesmo por ser tão fraco a nível de tudo. Quedas de uma torre sem partir um ossinho? Quedas de um avião em movimento, no meio daquilo tudo conseguir cair em cima de uma caixa que tem um pára-quedas e aterrar em segurança? Este filme é claramente patrocinado por um qualquer suplemento de glucosamina! E bem sabemos que o Vin Diesel não vai para novo…

O argumento, como disse, é quase que inexistente: um objeto chamado Caixa de Pandora controla sátelites e a partir daí é vê-los cair e matar pessoas. Então toca de pegar em Xander Cage, reunir uma equipa que não faz sentido (assim de repente temos um DJ e um tipo que gosta de se espetar contra o quer que seja – e sim, literalmente). A não ser pela carinha laroca de Ruby Rose, claro, que para além de ser realmente útil – é um ás no que toca a armas – enche este coraçãozinho com o seu lindo sotaque australiano.

Depois temos Toni Colette a fazer de má da fita de uma forma extremamente entediada e uma Nina Dobrev em modo geek fala-barato cuja única coisa que acrescenta é saber lidar com tanta engenhoca que este cérebro nunca conseguiria deslindar. Claro que há espaço ao amor, numa história completamente rebuscada, mas já se sabe que Vin Diesel só se levanta da cama para ir beijar as atrizes mais giras que por aí andam (não, não são ciúmes!).

Resumindo, não vale a pena. A não ser que tenham visto os dois primeiros filmes e queiram fechar a trilogia só porque sim.

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