The Space Between Us movie trailer 2016

O Espaço que nos Une (The Space Between Us, 2017)

“The Space Between Us”, conta a história do primeiro humano a nascer em Marte e chegou aos cinemas no passado dia 2 de março. Realizado por Peter Chelsom, produzido por Richard B. Lewis e escrito por Allan Loeb, O Espaço que no Une conta com Gary Oldman, Asa Butterfield, Britt Robertson e Carla Gugino no elenco principal.

A história é simples e fácil de entender. Era uma vez, um grupo de astronautas que viajam até Marte, para lá habitarem quatro meses, até que a responsável pela equipa, Sarah Elliot (Janet Montgomery) descobre que está grávida e decide ter o bebé em Marte, morrendo após o parto.

O que era suposto ser uns meses em Marte passam a ser uns anos, dezasseis para ser mais concreto, e Gardner Elliot (Asa Butterfield), agora um adolescente, quer viajar para a Terra. O problema é que como Elliot é um humano que não está habituado à atmosfera da Terra, corre o sério perigo de morrer.

No entanto, e perante a oposição de Nathaniel Shepard (Gary Oldman), o CEO da Genesis, que foi o responsável por lançar a primeira missão para colonizar Marte, Elliot viaja para a Terra pela primeira vez. É nessa altura que experimenta as maravilhas do planeta, ao mesmo tempo que tenta descobrir quem é o seu pai, contando com a ajuda de Tulsa (Britt Robertson), a rapariga que conheceu numa sala de chat online quando habitava em Marte.

Não estamos a falar de um êxito de bilheteira, onde as pessoas fazem fila para comprar o bilhete, no entanto, ao vermos a obra, até achamos alguma piada, em grande parte graças a Asa Butterfield e à sua descoberta sobre as coisas preferidas do planeta Terra, como Gardner Elliot.

Não obstante, apesar do potencial que poderia ter o argumento, os clichés e o romantismo exagerado, tornam o que devia ser o foco, num “drama de adolescentes melodramáticos”. O facto de ser um amontoado de sentimentalismo para um filme de ficção científica, deixa que nos esqueçamos do que de positivo tem.

Há algo incompreensível, que nos deixa com um bom feeling ao sair da sala de cinema, contudo, por se concentrar em demasia do romance, mata o propósito deste filme existir. Não consegue desenvolver uma porção interessante e real científica, mesmo sendo uma premissa interessante. Vejamos por exemplo, a solução para os problemas médicos de Gardner que a certo ponto se torna absurda, levando a uma desacreditação completa do filme.

The Space Between Us é um filme de ficção científica romântico, que é tão insultante tanto como ficção científica e como romance.

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