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Juventude (Jeunesse, 2016)

Dores de alma.

Pasmaceira total.

Aborrecimento máximo.

Na verdade, quase que se poderia deixar a review assim porque este filme é… Mau. Ainda nos choca como alguns filmes passam do papel para o grande ecrã e esta dúvida sai reforçada quando estamos perante exemplos deste género. Isto nunca deveria ter saído da gaveta pois para além de não haver grande história ou propósito, dá uma valente vontade de ir dormir a sesta.

Juventude conta a história de Zico (Kévin Azais) que se vê a trabalhar num barco mas não aqueles de cenários idílicos. Não. É aquele barco que está a cair de podre e tem gente estranha a bordo. O jovem com grande vontade de ser mais do que um mero trabalhador, transmite a vontade de ser capitão ao Capitão Firmin Paillet (Jean-François Stévenin) e ao ajudante José (Samir Guesmi). Isto e todos quererem ir parar a África, havendo uma paragem por Portugal e alguns acidentes no barco constitui a narrativa. Lá para o final há um momento de pseudo-reflexão e até poderá interpretar a mensagem de que a ambição é uma coisa boa. Mas é só isto senhores.

A única coisa gira para os espectadores será o facto de existirem duas personagens portuguesas e o facto de se poder ouvir a nossa língua durante uns segundos (mas na sua maioria asneiras e brejeirices). Mas tomem em consideração desta obra ser só chata.

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