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Ghost Shark (2013)

Casablanca, Citizen Kane, Gone with the wind, Sharknado, todos estes filmes se tornaram lendas. Ghost Shark, será a próxima.

Existem filmes bons, existem tubarões, existem até filmes bons com tubarões (Jaws, do Spielberg), depois há Ghost Shark. Limpem-se de pré-conceitos, esqueçam a física e a biologia, deixem o cérebro (os que têm) em casa. A seguir, metam no SyFy e procurem esta obra na programação.

A premissa tem tanto de parva, como de genial. Um tubarão é morto a tiro, à paulada e à granada, e vai “desaguar” a uma gruta. Essa gruta tem uma maldição: quando alguém/algo morre e vai lá parar, volta à vida como fantasma (O fantasminha brincalhão, do Avô Cantigas foi lá baseado).

Assim, o tubarão volta à vida enquanto fantasma. Conseguindo nadar em todo o género de sítios, desde que exista água.

Primeiro destaque, vai para a grande atuação… Do tubarão. Verifica-se que, a existir pessoal com curso de representação, será somente o Sr. Ghost Shark.

Depois, ressalvar que, ao contrário de outros filmes de “terror”, não é o negro que morre primeiro (apesar de obviamente morrer), é o gordo.

Para além de tudo isto, vemos tubarões a sair de copos de água, charcos, e até porcelana de casa de banho. Também vêm do céu quando chove. Priceless. Newton deve estar algures lá no céu, orgulhoso.

Fuck Logic, façam mais disto. Só faltou mesmo um plot twist, para ficar ao nível de Sharknado. Em termos de realismo, estão ao mesmo nível. Um conselho: que tal tubarões gays em Las Vegas?

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